Me despeço, me despedaço... Peço licença...
" Aqui, do alto da montanha, com aquela visão privilegiada do mundo de concreto, escrevo e me despeço. Quem nunca quis ser uma mosquinha pra saber o que se passa em tal ou qual situação? Pois eu sou invisível!
Saio para dar espaço: como em qualquer relação, não há vácuo de poder; fiquem agora com os Universitários Invisíveis; é uma questão de escolha: se quiserem (permitirem) eles mandam e desmandam. Não sejam servos voluntariosos, não cedam teus poderes à estes ou quaisquer outros.
Mas virão com temas pouco importantes, já digo, ao macro funcionamento do mundo. Sussurros, gritos de mudo, cocequinhas ao olvido; descompromissados com qualquer mudança ou revolução. Mas são coisas tão internas e essenciais, que veja, pode até causar impacto; é que não ferem os orgulhos (esses filtros tão poderosos dos humanos estáticos); por isso, se tornam tão "perigosos". Mas a verdade é que o descompromisso vence; estão à toa, com certeza. Buscam a alegria em cada passo, mesmo tristes; amam a vida, e sabem como é formada. São contraditórios, e riem quando cobrados do contrário. Talvez riam de tudo...
À eles, Mario Quintana:
Todos estes que aí estão
atravancando o meu caminho,
eles
passarão.
Eu,
passarinho.
Aqui me despeço, me despedaço,
Peço Licença.
Abraços e beijos a todos.
Homem da Montanha (o dono). "
Agora são os Universitários Invisíveis e as anotações de seus cadernos...