
A sintonia impressiona: os dois sentados, lado a lado; ela fitando um outro lado; ele vira a palma da mão, que já estava em seu colo e... vum! ela segura sua mão. Como, se não viam? Só mesmo usando uma palavra tão vaga, sintonia, para explicar essa sobrenatureza oculta num tão simples ato.
E o tempo? O tempo passa surtado em minutos, voando em horas, acelerado em períodos, andando em dias, moribundo em finais de semana, eternizado em semanas e desprendido dos meses e ano.
E o tamanho? Nada mais suporta... não cabe em qualquer ato, qualquer palavra. Por isso, talvez, surgiram as borboletas, porque as convenções humanas já não dão conta.
E...