Universidade Invisível
terça-feira, maio 23, 2006
  O MuNdo É Uma bAnDa!!! BanDa dE DoMíniO PúBliCo... Toca aí!

Parece que algumas coisas foram feitas para algumas pessoas, e vice versa.
Garrincha nasceu para driblar, a bola nasceu para Garricha. Quem já viu e ouviu, sabe que Yamandu foi feito para o violão e o violão foi feito para Yamandu. O mesmo raciocínio para Mozard, Pelé, VanGogh...
Mas o engraçado é imaginar: e se esse mesmo Pelé tivesse nascido e ainda não existisse o futebol? O “Rei” estaria lá, mas não existiria reinado. E se não tivessem inventado o violão? Yamandu o inventaria? Ou seria um eterno angustiado vivendo com uma inspiração sem musa e com um amor sem objeto de repouso? Seriam muitos talentos desperdiçados, com certeza.
Se agora eu inventasse um instrumento musical chamado “Mestrimtrim”, com certeza absoluta nesse exato momento surgiriam no mundo uns três talentos absolutos nesta arte, pessoas feitas para isso. Para qualquer coisa que for criada existirão gênios à sua espera.
É por isso que todos nós podemos ser gênios em alguma coisa, mas uma coisa que ainda não existe.
Acredito que existe um instrumento (que estou inventando) que fará o som mais lindo que já ouvi, e ele será a parte que me falta. Esses instrumentos que conheço não são o “meu” instrumento.
Na verdade estamos montando uma banda, cada um está criando seu instrumento que não existe e queremos tocar a música que ainda não existe, mas que será maravilhosa.
Já temos a melodia, falta à letra.
Não sabemos exatamente como será a musica, assim como não sabemos qual mundo queremos criar. Apenas sabemos que não é esse mundo aqui, esse mundo não pode ser o “talento” de ninguém. Assim como todos deveriam achar seu instrumento o mundo genial deveria ser a busca de todos.
Enquanto construímos esse mundo, a música é elaborada. Afinal, quando ele estiver pronto, vamos precisar de um som para comemorar.
Prontos para cantar?
 
Comments:
mundo genial é bem melhor que mundo ideal
 
mano...
nada a ve!
...
putz!
 
mano...
nada a vê!!
...
putz!
 
Postar um comentário



<< Home
De um lado o concreto, de outro, a imaginação livre. Mas veja: aqui não há esperanças; subimos em árvores e montanhas de fato; há simplesmente uma casa muito engraçada, não tem teto, nem nada; Nada, na tal casa, possui o teor da verdade; apenas um teor suficiente para perceber que aqui há um diálogo e não um discurso.

ARCHIVES
março 2006 / abril 2006 / maio 2006 / junho 2006 / julho 2006 / agosto 2006 / setembro 2006 / outubro 2006 / novembro 2006 / março 2007 / março 2008 / setembro 2009 /


Powered by Blogger