Universidade Invisível
terça-feira, julho 11, 2006
  Soneto do amor total


Amo-te tanto meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
.
Amo-te enfim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
.
Não,
não é isso que vês,
que toca e cheira,
que te faz arder
de vontade.
Meu caro:
.
A beleza
é a entrelinha
da beleza.
 
Comments:
Que lindo isso!
Queria um amor tão bacana como esse!

Dú!
Eu to bem sim... sem grandes novidades to trampando pra caramba, to sem tempo pra nada... tá meio foda... não consigo ler, assistir filme... de vez em quando durmo...rsrsrs
E você meu velho?? Como vão as coisas??
GRandes abraços
¡Siempre!
 
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De um lado o concreto, de outro, a imaginação livre. Mas veja: aqui não há esperanças; subimos em árvores e montanhas de fato; há simplesmente uma casa muito engraçada, não tem teto, nem nada; Nada, na tal casa, possui o teor da verdade; apenas um teor suficiente para perceber que aqui há um diálogo e não um discurso.

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