Está na cara, você não vê?
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Mergulhado na aflição de corroer-me, encontro, finalmente, a mola do fundo do poço. O ciúme é a volta da infantilidade, à tempos idos, à desconfianças toscas, à auto-destruição. .
ESTÁ NA CARA, ESTÁ NA CURA
Gilberto Gil , 1974
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Está na cara
Você não vê
Que a caretice está no medo
Você não vê
Está na cara
Você não vê
Que o medo está na medula
Você não vê
Está na cara
Você não vê
Que o segredo está na cura, está na cara
Está na cura
desse medo
Quem tem cara tem medo
Quem tem medo tem cura
Essa história de medo é caretice pura
Vou brincar que ainda é cedo
Que o brinquedo está na cara
Está na cara, está na cara
Que o segredo está na cura
do medo.