O ciúme lançou sua flecha preta
.
E eu, ego-
ísta,
rodeado em flores,
me noto, frígido,
em leito:
morri de amores.
.
Meu amor é egoísta, repleto de paixões tristes. Consumo-me-consumO. é MEU amor. E é como se me lembrasse da coisa que mais nega o Humano e resolvesse aplicá-lo perfeitamente. Eu sou o meu EGO, e meu amor se mostra serpente em pele de cordeiro. O ódio reflete a submissão do odioso, meu desespero, meu pranto. Me nego a viver de EGO; estou morto, morto de amores. Meu ciúme, meu auto-capataz, eu-caçador de mim, procura-se, eu-serpente de mim.